sábado, 9 de abril de 2011

A crise. O que têm o Alemães que nós não temos!?

Esta questão não é, porventura, de resposta simples. É assunto para muitos especialistas da Economia, da Sociologia, da História, da Filosofia, da Psicologia e da Política.
Contudo, nós os leigos, não podemos fugir à evidência do quotidiano fazendo um simples exercício de memória sobre a nossa situação social e a dos Alemães, mesmo em traços largos.
Consta que a Alemanha não tem grandes riquezas naturais. Passou por duas guerras no século passado que arruinaram a sua economia ficando devedores dos vencedores durante muitos anos. Tiveram que pagar a sua reunificação aos Russos. Não tem petróleo como a Noruega. Então como conseguem ser um país rico?
Comparativamente, nós ainda recebemos uns trocos(!?) pela nossa participação na 1.ª Guerra Mundial e pela nossa neutralidade na 2.ª Guerra ( vendemos-lhe volfrâmio).
Eis senão quando! Eles são os nossos principais credores e marcam o ritmo da Política da UE.
Sei que não temos grandes riquezas naturais, mas porque nos endividamos e nos submetemos aos outros por esta via?
Mas qual é o traço de personalidade do nosso Povo que faz com que não consigamos ter um País socialmente equilibrado e economicamente decente? Porque fazemos escolhas que nos levam a este estado de situação? Porque achamos que devemos ter tudo quando o importante é SER?
Bem sei que são muitas perguntas para nenhuma resposta. Parece que cada um deve encontrar as respostas dentro de Si e não atirar as culpas para cima de alguém, às vezes muito distante, ou até no Além.

Causas de infelicidade

Bertrand Russell, na sua obra a "Conquista da Felicidade" expõem três causas de infelicidade: - A competição, a inveja e a mania da perseguição.
A propósito da competição diz que o "mal reside na filosofia da vida geralmente admitida, que concebe a existência como uma luta, uma competição, na qual é devido respeito ao vencedor". Sobre a inveja todos terão uma ideia própria daquilo que ela provoca na nossa comunidade. Apenas registo que a " inveja  é a base da democracia." Quanto a esta frase recomenda-se cautela na sua apreciação, uma vez que lhe falta o contexto.
Diz também que o amor do poder é insidioso, tem muitos disfarces e algumas vezes é a origem do prazer que sentimos ao fazer aos outros o que imaginamos ser o bem.
Estas questões deveriam fazer-nos pensar mais um pouco. Mas pensar parece que custa. Para mim é mais barato do que ir ao shoping.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Para além da fachada

Nestes tempos, caracterizados por atitudes hedonistas, vê-se mas não se observa, nada mais se enxerga do que o sítio do umbigo e, muito menos, para além de uma fachada.
A realidade, para além da fachada, é "dolorosa" porque marca o encontro com o Outro que não queremos conhecer, porque é menos belo do que o nosso umbigo.
Prossiga-se, comendo-se, bebendo-se e fodendo-se " a la carte de Erasmo".
Até quando se aguenta tanto lixo circulante. "Vão navios cheios de fantasmas".

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Não estamos sós

Lindo! Não estamos sós.
Ó Felicidade, ó Glória (não são mulheres!). Eu bem esperava uma salvação. Ei-la.

Apenas um fugaz momento.Seremos Belos e Eternos.



Perante a catadupa de ruídos e catástrofes avisadas, apetece-me dizer:
- Isto não passa de uma pequenino contratempo a tragédia segue dentro de momentos...
Não tenham medo alguém proteger-vos-à. Acreditem...
Eu já estou protegido.Perguntem-me como.
Atrevam-se a ler: NIETZSCHE  - A ORIGEM DA TRAGÉDIA

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Nota de abertura

Hoje começo um pequeno desafio, escrever algo sobre mim e o mundo que me rodeia. O mundo real-físico ou rela-imaginado.
Este espaço é uma manifestação de algo pessoal, esperando ser lido e comrpeendido por todos os que cá vierem.